Prevalência de delirium em pacientes de terapia intensiva e associação com sedoanalgesia, gravidade e mortalidade

Alessandra Soler Bastos, Lúcia Marinilza Beccaria, Daniele Cristiny da Silva, Taís Pagliuco Barbosa

Resumo


Objetivo: Estabelecer a prevalência do delirium e sua subsíndrome em pacientes de terapia
intensiva e associar com uso de sedoanalgesia, gravidade e mortalidade.
Método: Realizado em duas Unidades de Terapia Intensiva de pacientes adultos, trata-se de estudo
quantitativo e transversal, com 157 pacientes, utilizando as escalas Richmond Agitation-
Sedation Scale para avaliação do nível de sedação e Intensive Care Delirium Screening
Checklist para delirium. Foi aplicado o teste t e qui-quadrado para análise estatística.
Resultados: A prevalência de delirium foi 22,3% e da subsíndrome 49,7%. Foram
encontradas associações do uso de midazolan com a presença de delirium (p=0,05) e delirium
subsindromático (p<0,01), uso de clonidina com o aparecimento de delirium (p<0,01) e de
fentanil com o delirium subsindromático (p=0,09). Não houve diferenças significativas entre
mortalidade de paciente com delirium (p=0,40) e delirium subsindromático (p= 0,86), bem
como associação com o escore de mortalidade.
Conclusão: O uso de sedoanalgesia está associado à presenta de delirium e delirium
subsindromático. Não foram encontradas associações estatísticas significativas entre os
escores de gravidade e mortalidade.
Palavras-chave: Hipnóticos e sedativos. Delirium. Unidade de terapia intensiva. Cuidados de
enfermagem.


Palavras-chave


Hipnóticos e sedativos. Delirium. Unidade de terapia intensiva. Cuidados de enfermagem.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447