Espaços de (final de) vida: estudo etnográfico em domicílios e estabelecimentos médicosociais brasileiros e franceses

Franciele Roberta Cordeiro, Maria Henriqueta Luce Kruse

Resumo


Objetivo: Analisar a constituição de domicílios e estabelecimentos médico-sociais como espaços possíveis para o final de vida nos
cenários brasileiro e francês.
Método: Estudo etnográfico em domicílios e estabelecimentos médico-sociais em Porto Alegre e Grenoble, entre outubro de 2014
outubro de 2016. Os participantes foram seis pessoas com doença oncológica em final de vida e quatro cuidadores familiares. Os
dados foram submetidos à análise cultural.
Resultados: Foram elaboradas duas categorias: “Eles não sabem onde eu moro”: o domicílio como espaço para o final da vida e “Eles
são bons aqui, mas de outra maneira”: os cuidados em estabelecimentos médico-sociais.
Conclusões: A (re)definição do espaço onde se morre ocorre com base na cultura, além das condições sociais e econômica das famílias
para acolher a pessoa em final de vida. Mesmo fora do hospital foi possível identificar que se continua a medicalizar a morte e o morrer.
Palavras-chave: Antropologia cultural. Enfermagem. Cultura. Cuidados paliativos na terminalidade da vida. Pacientes domiciliares.
Instituição de longa permanência para idosos.


Palavras-chave


Antropologia cultural. Enfermagem. Cultura. Cuidados paliativos na terminalidade da vida. Pacientes domiciliares. Instituição de longa permanência para idosos.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447