Aleitamento materno exclusivo de prematuros e motivos para sua interrupção no primeiro mês pós-alta hospitalar

Ana Paula Esmeraldo Lima, Thaíla Corrêa Castral, Luciana Pedrosa Leal, Marly Javorski, Gabriela Cunha Schechtman Sette, Carmen Gracinda Silvan Scochi, Maria Gorete Lucena de Vasconcelos

Resumo


Objetivo: Estimar a prevalência de aleitamento materno exclusivo de prematuros na alta hospitalar, aos 15 e 30 dias pós-alta, e identificar as
alegações maternas para sua interrupção. Métodos: Estudo transversal com 108 prematuros nascidos em dois Hospitais Amigos da Criança,
entre abril-julho de 2014. Realizou-se pesquisa em prontuário e entrevistas por telefone. Usaram-se análise descritiva, qui-quadrado de Pearson
e teste exato de Fisher, com intervalo de confiança de 95%.
Resultados: A prevalência do aleitamento materno exclusivo na alta foi de 85,2%, de 75% aos 15 dias e 46,3% aos 30 dias. A principal
alegação para introdução de outros alimentos e/ou líquidos foi o leite insuficiente.
Conclusões: Houve redução significativa nas taxas de aleitamento materno exclusivo após a alta, apontando a importância do
acompanhamento pós-alta para reduzir o desmame precoce, sobretudo com ações educativas que previnam as insuficiências reais e percebidas
na oferta de leite.
Palavras-chave: Aleitamento materno. Recém-nascido prematuro. Alta do paciente. Continuidade da assistência ao paciente. Desmame


Palavras-chave


Aleitamento materno. Recém-nascido prematuro. Alta do paciente. Continuidade da assistência ao paciente. Desmame

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447