Biossegurança em serviço de embelezamento: conhecimento e práticas em uma capital do nordeste brasileiro

Ilana Mírian Almeida Felipe, Rosane da Silva Dias, Carolyna Lopes Leitão Couto, Larissa Neuza da Silva Nina, Serlyjane Penha Hermano Nunes

Resumo


Objetivo: Avaliar conhecimento e as práticas de biossegurança adotadas por profissionais do segmento da beleza.

Métodos: Pesquisa descritiva, tipo survey. Foram entrevistados 238 profissionais de serviços de embelezamento, entre agosto de 2014 e 2015.  As variáveis foram apresentadas por meio de frequências absolutas e relativas, bem como média e desvio padrão.

Resultados: 62,6% dos profissionais tiveram contato com sangue de clientes sem uso de luvas; instrumentais para o atendimento e 32,8% dos entrevistados não utilizam equipamentos de

 proteção individual durante suas atividades laborais.

Conclusões: As doenças mais citadas quanto ao risco de contágio e de transmissão na prática laboral foram as hepatites virais, HIV e fungos. Sobre os procedimentos de biossegurança adotados o autoclave é o equipamento menos usado na esterilização dos instrumentos.  

Palavras-chave: Centros de embelezamento e estética. Exposição a agentes biológicos. Prevenção de doenças.


Palavras-chave


Centros de embelezamento e estética. Exposição a agentes biológicos. Prevenção de doenças.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447