Percepções dos profissionais de uma unidade de internação pediátrica sobre a alta de crianças ostomizadas

Lílian Cagliari Linhares Barreto, Maria Helena Cabral De Almeida Cardoso, Maria Auxiliadora Monteiro Villar, Ana Cristina Bohrer Gilbert

Resumo


Objetivamos conhecer as percepções de uma equipe multidisciplinar de assistência às crianças ostomizadas acerca
do processo de alta. Foi realizada uma pesquisa qualitativa, de cunho estratégico, configurando um estudo de caso
institucional. Realizamos 10 entrevistas semi-estruturadas com profissionais da enfermaria de pediatria do Instituto
Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Recorreu-se à análise de conteúdo na modalidade temática.
Evidenciou-se que a percepção dos profissionais é de que a alta é fragmentada, a comunicação entre a equipe é falha,
a educação continuada da família é fundamental e sua principal dificuldade é econômica, sendo a mãe o elemento
facilitador. Concluiu-se que a tecnologia incorporada ao cotidiano traz mudanças familiares importantes; há uma
lacuna entre planejamento e processo de alta; o trabalho em equipe seria o ideal, mas a falta de comunicação o
impede. Os cuidados devem se centrar na família, por isso sua educação continuada é imprescindível.

Palavras-chave


Processo saúde-doença; Alta do paciente; Família; Educação continuada; Ostomia.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447