Automedicação em estudantes de enfermagem do Estado do Amazonas – Brasil

Abel Santiago Muri Gama, Silvia Regina Secoli

Resumo


Objetivo: Determinar a prevalência e os fatores associados à automedicação entre estudantes de enfermagem.
Método: Estudo transversal realizado com 116 estudantes de enfermagem de uma universidade pública do Estado do Amazonas – Brasil, no período de março a abril de 2014. Utilizou-se questionário constituído por variáveis socioeconômicas e de consumo de medicamentos. Foi realizada a análise bivariada e a regressão logística – nível de significância de 5%.
Resultados: A prevalência de automedicação foi de 76,0%, motivada especialmente pela percepção de que o problema de saúde não requeria visita ao médico (46,6%). Metade dos estudantes relataram queixas álgicas. Os grupos farmacológicos mais consumidos foram anti-inflamatórios não esteroides (63,2%) e antibióticos (11,1%). O desconhecimento das implicações negativas da prática da automedicação foi associado à automedicação (OR=6,0).
Conclusão: A alta prevalência de automedicação, além de poder levar a reações adversas retrata também o uso irracional de medicamentos pelos estudantes, especialmente, quando considerado o papel destes futuros profissionais na segurança do paciente.
Palavras-chave: Automedicação. Estudantes de enfermagem. Educação em enfermagem. Uso de medicamentos. Segurança do paciente. Assunção de riscos


Palavras-chave


Automedicação; Estudantes de Enfermagem; Educação em Enfermagem

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447