Autonomia feminina no processo de parto e nascimento: revisão integrativa da literatura

Thamiza da Rosa dos Reis, Thayla Rafaella Pasa Toebe, Stela Maris de Mello Padoin, Cristiane Cardoso de Paula, Jacqueline Silveira de Quadros

Resumo


Objetivo: Identificar as evidências disponíveis na produção científica acerca das práticas de assistência à saúde que interferem no exercício da autonomia das mulheres brasileiras no processo de parto e nascimento.
Método: A busca dos artigos foi desenvolvida nas bases de dados LILACS, Scopus e PubMed, no período entre 1996 e 2015, tendo como eixo orientador a questão norteadora e os critérios de exclusão, sendo selecionados 22 artigos como corpus de análise.
Resultados: Foram evidenciadas como práticas que favorecem o exercício da autonomia feminina: práticas assistenciais extra-hospitalares; práticas assistenciais de apoio e conforto; e práticas assistenciais educativas. Em contrapartida, revelaram-se como práticas limitantes ao exercício da autonomia: práticas assistenciais autoritárias; práticas assistenciais padronizadas ou rotineiras; práticas assistenciais que intensificam a sensação dolorosa do parto; e prática assistencial impessoal e fria.
Conclusão: Revelou-se uma situação de alerta relativa ao grande descompasso existente entre o cotidiano assistencial e as recomendações ministeriais.
Palavras-chave: Saúde da mulher. Obstetrícia. Parto. Autonomia pessoal. Preferência do paciente. Tomada de decisões.


Palavras-chave


Saúde da Mulher; Obstetrícia; Parto; Autonomia Pessoal; Preferência do Paciente; Tomada de Decisões

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447