Tempo porta-eletrocardiograma (ECG): um indicador de eficácia no tratamento do infarto agudo do miocárdio

Tatiana Soares, Emiliane N Souza, Maria Antonieta Moraes, Karina Azzolin

Resumo


Mensurar o tempo porta-ECG nos pacientes com diagnósticos de IAM atendidos na emergência. Estudo de coorte que avaliou os tempos de chegada, de realização do ECG, de atendimento de enfermagem e de trombolítico. Os dados foram extraídos de prontuários, entre março a julho de 2006. A amostra foi composta por 53 pacientes com idade média de 61,1 ± 12,2 anos, 64% do sexo masculino. O atendimento inicial foi realizado pela enfermagem, com um tempo médio de 8 minutos e, o tempo porta-ECG de 20 minutos. Não houve diferença entre o tempo porta-ECG e o tipo de transporte até o hospital (P=0,39). O turno e o tipo de atendimento médico não influenciaram no tempo do primeiro ECG, P=0,23 e P=0,14, respectivamente. Os resultados do estudo demonstram um tempo porta-ECG acima de 10 minutos na maioria dos pacientes, porém não foi possível identificar com este estudo os fatores que retardaram a realização do ECG.

Palavras-chave


Infarto miocárdio; Eletrocardiografia; Enfermagem

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447