Dor crônica de idosos cuidadores em diferentes níveis de fragilidade

Daiene de Morais, Mariélli Terassi, Keika Inouye, Bruna Moretti Luchesi, Sofia Cristina Iost Pavarini

Resumo


Objetivo: Verificar se existe diferença na intensidade da dor crônica de idosos cuidadores frágeis, pré-frágeis e não frágeis.
Métodos: Estudo quantitativo, descritivo, transversal. Foram avaliados 187 idosos, utilizando-se a Escala Multidimensional de Avaliação da Dor e o fenótipo dos cinco componentes da fragilidade. Realizaram-se análises descritivas e comparativas, Teste de QuiQuadrado de Pearson e Teste de Kruskal-Wallis.
Resultados: 24,1% dos cuidadores eram frágeis, 55,1%, pré-frágeis e 20,9%, não-frágeis. A única variável sociodemográfica diferente entre os três grupos foi a idade (p=0,03). A intensidade média da dor de idosos frágeis foi 6,98, de pré-frágeis, 6,38 e de não frágeis, 5,85. Porém, essas diferenças não foram signifi cativas (p=0,150).
Conclusões: Não foi possível verificar diferença significativa na intensidade da dor crônica de idosos cuidadores, no entanto, é primordial que haja uma maior atenção dos profissionais de saúde e políticas públicas de atenção à saúde voltadas ao idoso cuidador.
Palavras-chave: Cuidadores. Idoso fragilizado. Dor crônica.


Palavras-chave


Cuidadores; Idoso Fragilizado; Dor Crônica

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447