O acompanhante no centro obstétrico de um hospital universitário do sul do Brasil

Annelise de Carvalho Gonçalves, Camila Martinez da Rocha, Helga Geremias Gouveia, Cláudia Junqueira Armellini, Virginia Leismann Moretto, Bruna Alibio Moraes

Resumo


Objetivos: Verificar a prevalência de acompanhante, o tipo de vínculo com a mulher e as justificativas para sua ausência no Centro Obstétrico de um hospital universitário de Porto Alegre (RS).
Métodos: Estudo quantitativo, transversal, realizado com 385 mulheres no período de agosto a novembro de 2012. Procedeu-se à análise descritiva.
Resultados: Constataram-se 97,1% de acompanhantes no trabalho de parto; 90,6% no parto; 28,6% na recuperação pós-parto; e 87,1% na realização dos primeiros cuidados com o recém-nascido. O companheiro da mulher foi o acompanhante predominante em todos os momentos. O motivo mais citado para a sua ausência na recuperação pós-parto foi “não permitido” (57,8%).
Conclusões: A Instituição cumpre as determinações legais referentes à presença de acompanhante, no entanto, ainda há necessidade de sensibilização dos profissionais de saúde quanto à importância do acompanhante no pós-parto imediato, assim como de adequações do espaço físico do local, favorecendo a presença desse suporte à mulher.
Palavras-chave: Parto humanizado. Parto. Acompanhantes formais em exames físicos. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.


Palavras-chave


Parto Humanizado, Parturição, Acompanhantes de Pacientes.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447