No parto vaginal e na cesariana acompanhante não entra: discursos de enfermeiras e diretores técnicos

Odalea Maria Bruggemann, Romana Raquel Ebele, Erika Simas Ebsen, Bruna Daniela Batista

Resumo


Objetivo: Compreender, sob a ótica de enfermeiros e diretores técnicos, as razões que levam as instituições de saúde de Santa Catarina(Brasil) a impedirem a presença do acompanhante no parto vaginal e na cesariana.
Métodos: Pesquisa exploratório-descritiva, qualitativa. Foram entrevistados12 enfermeiros e cinco diretores técnicos de setembro/2011 a fevereiro/2012. Os relatos foram analisados segundo o Discurso do Sujeito Coletivo.
Resultados: Nas ideias centrais, as restrições do acompanhante são: a sala cirúrgica não é lugar para o acompanhante; na sala de parto acompanhante não entra; o acompanhante não tem preparo emocional e psicológico; falta de participação no pré-natal dificulta a entrada do acompanhante; se o acompanhante não pede, ele não entra, mas se exigir, entra.
Considerações finais: O impedimento do acompanhante está pautado em ideias preconcebidas de que ele pode interferir negativamente na organização do processo de trabalho.
Palavras-chave: Parto humanizado. Apoio social. Direitos do paciente. Enfermagem obstétrica. Saúde da mulher. Instituições de saúde. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.


Palavras-chave


Parto Humanizado; Apoio Social; Direitos do Paciente; Enfermagem Obstétrica; Saúde da Mulher; Instituições de Saúde

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447