O nascimento: um ato de violência ao recém-nascido?

Maria Aparecida Munhoz Gaíva, Celina Maria Araujo Tavares

Resumo


O parto institucionalizado e as intervenções tecnológicas
tornaram o nascimento um evento pertencente à equipe de saúde e não à mãe/família e seu filho, interferindo na ligação afetiva entre pais e bebês. O presente trabalho procura discutir, numa perspectiva teórico-reflexiva, que o evento do nascimento tem sido um ato de “violência” ao recém-nascido. Analisa as atuais concepções e práticas do processo de nascimento institucionalizado e que o recém-nascido deve ser considerado como sujeito de direito. As necessidades e expectativas de seus familiares devem ser uma meta
das equipes para a humanização do parto e nascimento, dando mais atenção às relações mãe-filho e família, visando contribuir com a melhor qualidade de vida emocional das gerações futuras

Palavras-chave


humanização do parto; recém-nascido; relações mãe-filho; família.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447