Concepção de familiares de pessoas com transtorno mental sobre os grupos de autoajuda

Adriano Brischiliari, Jacqueline Botura Bessa, Maria Angélica Pagliarini Waidman, Sonia Silva Marcon

Resumo


O objetivo foi compreender como os familiares de pessoas com transtorno mental concebem a atuação do grupo de autoajuda (GA). Estudo de abordagem qualitativa realizado com onze familiares participantes de um GA da Associação Maringaense de Saúde Mental.
Os dados foram coletados no período de abril a junho de 2010, durante as reuniões do grupo, em sala anexa, por meio de entrevistas semiestruturadas e, em seguida, submetidos à análise de conteúdo. Emergiram duas categorias: “O grupo supre deficiências da assistência”,
que aponta as lacunas dos serviços formais de assistência e os benefícios do GA para os familiares; e “O cuidado idealizado”, que revela a expectativa dos familiares em relação à atenção em saúde mental. Conclui-se que os familiares almejam que as atividades desenvolvidas pelo GA sejam incorporadas pelos serviços de assistência em saúde mental e que o cuidado à família passe a integrar o plano de assistência.


Palavras-chave


Enfermagem; Família; Saúde Mental; Grupos de Auto-Ajuda.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447