IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE: UMA REFLEXÃO EMERGENTE

Terezinha Hideco Tase, Daniela Campos de Andrade Lourenção, Suzana Maria Bianchini, Daisy Maria Rizatto Tronchin

Resumo


O processo de identificação do paciente é essencial para garantir a segurança e a qualidade da assistência nas
instituições de saúde. O emprego de pulseira para identificação é uma prática usual. Contudo, fatores culturais,
organizacionais, materiais e humanos concorrem para sua não conformidade, induzindo a erros ou acarretando
eventos adversos. Este artigo teve como objetivos destacar os elementos constituintes do processo de identificação
do paciente por meio de pulseiras e refletir acerca da implementação desse processo nas instituições hospitalares.
Adotaram-se referenciais teóricos e normatizações de organizações e órgãos acreditadores que discutem a temática
da segurança no âmbito hospitalar, bem como as iniciativas destinadas à identificação segura do paciente. Conclui-se
que a identificação do paciente por meio de pulseira é uma prática recomendada internacionalmente, porém há
lacunas no que tange à instituição de protocolos, à execução efetiva e à avaliação do processo para subsidiar ações
gerenciais e assistências.


Palavras-chave


Qualidade da assistência à saúde. Segurança do paciente; Avaliação em saúde; Enfermagem.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447