ADEQUABILIDADE DA ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL EM UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DE PORTO ALEGRE-RS

Cimone Noal Haas, Luciana Barcellos Teixeira, Mariur Gomes Beghetto

Resumo


O estudo objetivou avaliar a adequabilidade da assistência pré-natal de baixo risco, conforme a recomendação do Ministério da Saúde, quanto ao número mínimo de consultas, e verificar possíveis fatores associados. Avaliou-se a atenção pré-natal de uma coorte histórica de 95 gestantes. Mais de 50% das mulheres fizeram 6 ou mais consultas de pré-natal. O início do pré-natal ocorreu no primeiro trimestre de gestação para 52% das mulheres; 84,2% das mulheres realizaram todos os exames de pré-natal e apenas 16,8% realizaram consulta no puerpério. A assistência pré-natal foi considerada adequada para 2,1% da amostra. Maior número de consultas pré-natal foi observado entre as mulheres com companheiro e com maior número de filhos. Os registros demonstraram baixa adequação à totalidade dos critérios mínimos estabelecidos e poucos fatores parecem explicar esse cenário.

Palavras-chave


Cuidado Pré-Natal; Gestantes; Saúde da Mulher; Enfermagem em Saúde Comunitária; Atenção primária à saúde.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447