ESTRESSE OCUPACIONAL: AVALIAÇÃO DE ENFERMEIROS INTENSIVISTAS QUE ATUAM NO PERÍODO NOTURNO

Gelena Gomes da Sival Versa, Ana Claudia Yassuko Murassaki, Kelly Cristina Inoue, Willian Augusto de Melo, Jossiana Wilke Faller, Laura Misue Matsuda

Resumo


Estudo descritivo, transversal, que teve como objetivo avaliar o nível de estresse de enfermeiros intensivistas do período noturno. Aplicou-se a Escala Bianchi de Stress em 26 (100%) enfermeiros de cinco hospitais. Na análise dos dados, utilizou-se o teste Qui-quadrado de Pearson e constatou-se que o estresse entre enfermeiros da instituição pública (3,36 pontos) e privada (3,02 pontos) se classificou em nível mediano e que não houve relevância estatística (p=0,90) à sua ocorrência, conforme o tipo de instituição. Os domínios que mais contribuíram ao acontecimento de estresse foram: condições de trabalho (labor noturno, setor crítico e fechado), gravidade do paciente e atividades gerenciais associadas à assistência direta. Concluiu-se que o ambiente laboral se associou positivamente ao estresse em enfermeiros do turno noturno e que o seu aparecimento e efeitos podem ser minimizados por meio de melhorias na estrutura e na organização dos locais onde atuam.

 


Palavras-chave


Estresse Profissional. Saúde do Trabalhador. Unidades de Terapia Intensiva. Enfermagem. Trabalho noturno.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447