Adolescente que cumpre medida socioeducativa: modos de ser no cotidiano e possibilidades para enfermagem

Stela Maris de Mello Padoin, Dilce Rejane Peres do Carmo, Cristiane Cardoso de Paula, Ivis Emilia de Oliveira Sozua

Resumo


Objetivou compreender o cotidiano do ser-adolescente que cumpre medida socioeducativa de semiliberdade. Investigação fenomenológica, desenvolvida em unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo, no Rio Grande do Sul. A entrevista foi desenvolvida com nove adolescentes, entre fevereiro e maio de 2009. A análise heideggeriana des-velou que vivenciar a medida socioeducativa significa uma prisão, algo ruim. Sabe que não está no sistema penitenciário por conta da idade e re-conhece que jogou fora sua adolescência. Na instituição vai à escola para aprender algo, para arrumar algum trabalho. Mostra-se no modo de ser do falatório, ambiguidade e ocupação. Conclui-se que o adolescente está-lançado naquilo que está determinado, mantém-se na impessoalidade. Para reinserção social precisa de ajuda do sistema socioeducativo, mediado pelo trabalho interdisciplinar, rede de apoio de co-responsabilidade da família, comunidade e Estado.


Palavras-chave


Saúde do Adolescente, Adolescente institucionalizado, Enfermagem, Filosofia.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447