Ordem de não reanimação em tempos da COVID-19: bioética e ética profissional

Hudson Carmo de Oliveira, Marta Sauthier, Marcelle Miranda da Silva, Maria da Conceição Albernaz Crespo, Ana Paula Ribeiro Seixas, Juliana Faria Campos

Resumo


Objetivo: Refletir sobre ordem de não reanimação na COVID-19 no Brasil, sob foco bioético e da ética profissional médica e de enfermagem. Método: Estudo de reflexão embasado na bioética principialista de Beauchamps e Childress e na ética profissional, problematizando ações e decisões de não reanimação na pandemia. Resultados: Importa considerar a clínica do paciente, apropriação das metas dos tratamentos de pessoas com comorbidades, idosas, com menores chances de sobreviver à reanimação, ou menor qualidade de vida, junto à equipe de cuidados paliativos, para evitar distanásia, uso dos recursos escassos e maior exposição dos profissionais à contaminação. Conclusão: A COVID-19 ampliou as vulnerabilidades de profissionais e pacientes, impactando nas decisões e condutas profissionais mais amplamente do que nos valores importantes como a restrição da liberdade. Impulsionou a população em geral a repensar valores éticos e bioéticos referentes à vida e à morte, interferindo nas decisões sobre elas, respaldas na dignidade humana. Palavras-chave: Infecções por coronavirus. Ética. Bioética. Reanimação cardiopulmonar. Cuidados críticos. Enfermagem

Palavras-chave


Infecções por coronavirus. Ética. Bioética. Reanimação cardiopulmonar. Cuidados críticos. Enfermagem

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PORTUGUÊS


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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447