A solidão materna diante das novas orientações em tempos de SARS-COV-2: um recorte brasileiro

Gilvânia Patrícia do Nascimento Paixão, Luana Moura Campos, Jordana Brock Carneiro, Chalana Duarte de Sena Fraga

Resumo


Objetivo: Refletir acerca da vivência solitária da mulher durante o ciclo gravídico-puerperal em tempos de pandemia pelo vírus SARS-CoV-2. Método: Estudo teórico-reflexivo sobre as novas diretrizes brasileiras para atendimento às mulheres na gestação, parto e pós-parto em tempos de COVID-19 e sua influência na exacerbação da solidão materna. A discussão acerca das transformações da mulher nesse período remete aos estudos de Maldonado. Resultados: A maternidade é um processo solitário para as mulheres. As novas normas técnicas que estão vigorando trazem importantes mudanças na assistência a esse ciclo, principalmente no que tange a importância do distanciamento social, que intensifica o sentimento de solidão e desamparo. Considerações finais: Esta reflexão pode nortear os profissionais de saúde, sobretudo enfermeiras do âmbito da obstetrícia, para que durante a assistência à mulher no ciclo gravídicopuerperal atentem-se para as sutilezas de sentimentos de solidão que podem interferir no bemestar materno-fetal. Palavras-chave: Infecções por coronavírus. Ansiedade. Período periparto.

Palavras-chave


Infecções por coronavírus. Ansiedade. Período periparto.

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PORTUGUÊS


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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447