Empoderamento psicológico dos profissionais de saúde

Bianca Gomes Salles, Flávia Carvalho Pena Dias, Samantha Perissotto, Juliane Custódio de Andrade, Ariane Polidoro Dini, Renata Cristina Gasparino

Resumo


RESUMO
Objetivo: Avaliar se existem diferenças no empoderamento psicológico entre os diferentes profissionais da saúde que atuam em um hospital de ensino.
Método: Estudo comparativo, quantitativo e transversal, realizado com 165 profissionais selecionados de maneira aleatória e que atuavam em um hospital de ensino do interior de São Paulo. Os participantes foram distribuídos em três grupos: 1) enfermeiros, 2) médicos e 3) outros profissionais (fisioterapeutas, psicólogos, farmacêuticos, fonoaudiólogos, assistentes sociais e nutricionistas). Para a coleta de dados foi utilizada uma ficha para caracterizar a amostra e a versão brasileira do Psychological Empowerment Instrument. Para comparação dos escores entre os três grupos foi utilizado o teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo pós-teste de Dunn.
Resultados: Os enfermeiros, médicos e outros profissionais obtiveram, respectivamente, médias de 71,4; 69,3 e 71,1 pontos (p=0,5959) no escore total do instrumento.
Conclusão: Não existem diferenças estatisticamente significantes na percepção do empoderamento psicológico dos diferentes profissionais da saúde.
Palavras-chave: Poder psicológico. Pessoal de saúde. Competência clínica. Enfermagem.


Palavras-chave


Poder psicológico. Pessoal de saúde. Competência clínica. Enfermagem.

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ISSN 0102-6933 E-ISSN 1983-1447