Políticas Editoriais

Foco e Escopo

São publicados trabalhos originais nas áreas de Psicologia do Desenvolvimento, Avaliação Psicológica, Processos Psicológicos Básicos e Psicologia da Saúde, nas seguintes categorias: relatos de pesquisa, artigos teóricos ou de revisão sistemática, comunicações breves e resenhas. A partir de 10 de abril somente serão aceitas submissões de manuscritos em inglês.

A definição das áreas é a seguinte:

PROCESSOS PSICOLÓGICOS BÁSICOS: Nessa área são incluídos estudos sobre processos como sensação, atenção, percepção, aprendizagem, linguagem, memória, motivação e emoção. Para efeito desta tematização da revista, estudos que investiguem funções cognitivas complexas, como: linguagem, raciocínio, resolução de problemas, tomada de decisão, funções executivas também podem ser incluídos. Geralmente, são aceitos estudos que empregam os métodos experimental e quase experimental, abordando interfaces com as áreas de neurociências, neuropsicologia, neurologia, psicologia cognitiva, psicobiologia, psicofarmacologia, e análise experimental do comportamento. São aceitos estudos com populações clínicas e não clínicas, em contextos experimentais ou naturais, em ambientes formais e não formais, cibernéticos e de realidade virtual.

 

AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA: Esta seção está focada no avanço da ciência, da prática e da ética da avaliação psicológica nos seus diversos contextos, incluindo trabalhos com temas relacionados à mensuração psicológica e psicometria, adaptação, desenvolvimento, validação ou normatização de instrumentos, uso de instrumentos para fins de avaliação psicológica, psicodiagnóstico, avaliação de intervenções ou de programas e estudos de caso envolvendo o uso de instrumentos. Artigos centrados na avaliação do funcionamento cognitivo e neuropsicológico, personalidade e psicopatologia, bem como avaliação empírica de fenômenos clinicamente relevantes, tais como comportamentos disfuncionais, características e diagnósticos de personalidade, também poderão ser submetidos. Além disso, poderão fazer parte dessa seção trabalhos que envolvam questões éticas ou técnicas envolvendo Avaliação Psicológica.

 

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: Para publicar nessa seção os estudos devem apresentar uma abordagem evolutiva, não sendo suficiente ter sido realizado com crianças, adolescentes, adultos ou idosos para ter potencial para ser publicado nessa área. O estudo do desenvolvimento em psicologia consiste na investigação de mudanças ao longo do tempo no fenômeno de interesse. Uma abordagem evolutiva requer pesquisa no período de tempo durante o qual as mudanças enfocadas ocorrem, sejam em um período relativamente curto de tempo (mudanças microgenéticas) sejam em um período relativamente longo de tempo (mudanças ontogenéticas). Para a compreensão dos processos envolvidos nas mudanças, estudos longitudinais são essenciais; também pesquisas transversais possibilitam mostrar se as diferenças previstas (por exemplo, em sentimentos, valores, cognição ou socialização) são encontradas em amostras que incluem as idades relevantes para o tópico que está sendo estudado; e, ainda, alguns tipos de método retrospectivo também possibilitam acessar mudanças relacionadas com a idade. Mudanças microgenéticas referem-se a mudanças que ocorrem em um período relativamente curto de tempo, por exemplo, da heterorregulação para a autorregulação em tarefas de resolução de problemas por crianças; mudanças durante a aprendizagem de habilidades ou tarefas específicas. Mudanças ontogenéticas geralmente ocorrem durante períodos mais longos de tempo, por exemplo, quando se investiga mudanças na forma de pensamento, relações sociais ou respostas emocionais na passagem dos jovens pela puberdade ou quando atingem o pensamento formal, ou ainda, a transição para a parentalidade, os efeitos da obtenção de um novo emprego, da aposentadoria ou da viuvez na vida de adultos. A origem da mudança pode ser psicobiológica (por exemplo, aumento da mielinização do córtex cerebral; passagem pela puberdade; variação nos níveis de motivação ou persistência, etc.), ambiental (por exemplo, os efeitos do fumo no peso dos bebês ao nascer; a exposição à intoxicação do ar ou da água), social (necessidade de aprender uma nova habilidade em casa, na escola ou no trabalho; mudança de escola; processo de divórcio; saída dos filhos de casa, etc.), cultural (por exemplo, mudança de país; casamento com pessoa de um grupo étnico diferente do seu próprio), ou uma combinação de duas ou mais destas.

 

PSICOLOGIA DA SAÚDE: Nessa área são incluídos estudos sobre as relações empíricas entre os fatores psicológicos, o comportamento e a saúde. A seção Psicologia da Saúde publica artigos acadêmicos originais que abordem temas como: Fatores contextuais e do comportamento que podem contribuir para o adoecimento ou a prevenção das doenças; avaliação das abordagens em saúde; comportamentos de proteção ou de risco para a saúde; estratégias de promoção e educação para a saúde; psicologia pediátrica; psico-oncologia; envelhecimento saudável; avaliação e divulgação de intervenções em psicologia da saúde baseadas em evidências que têm como alvo tanto o indivíduo, a família, o grupo, ou comunidade; etnia, classe social, gênero e orientação sexual na saúde; disparidades em saúde; aplicações dos resultados de pesquisas para as políticas relacionadas com a saúde; questões profissionais em psicologia da saúde, incluindo a formação e supervisão

 

 

Políticas de Seção

Psicologia do Desenvolvimento

Para publicar nessa seção os estudos devem apresentar uma abordagem evolutiva, não sendo suficiente ter sido realizado com crianças, adolescentes, adultos ou idosos para ter potencial para ser publicado nessa área. O estudo do desenvolvimento em psicologia consiste na investigação de mudanças ao longo do tempo no fenômeno de interesse. Uma abordagem evolutiva requer pesquisa no período de tempo durante o qual as mudanças enfocadas ocorrem, sejam em um período relativamente curto de tempo (mudanças microgenéticas) sejam em um período relativamente longo de tempo (mudanças ontogenéticas). Para a compreensão dos processos envolvidos nas mudanças, estudos longitudinais são essenciais; também pesquisas transversais possibilitam mostrar se as diferenças previstas (por exemplo, em sentimentos, valores, cognição ou socialização) são encontradas em amostras que incluem as idades relevantes para o tópico que está sendo estudado; e, ainda, alguns tipos de método retrospectivo também possibilitam acessar mudanças relacionadas com a idade. Mudanças microgenéticas referem-se a mudanças que ocorrem em um período relativamente curto de tempo, por exemplo, da heterorregulação para a autorregulação em tarefas de resolução de problemas por crianças; mudanças durante a aprendizagem de habilidades ou tarefas específicas. Mudanças ontogenéticas geralmente ocorrem durante períodos mais longos de tempo, por exemplo, quando se investiga mudanças na forma de pensamento, relações sociais ou respostas emocionais na passagem dos jovens pela puberdade ou quando atingem o pensamento formal, ou ainda, a transição para a parentalidade, os efeitos da obtenção de um novo emprego, da aposentadoria ou da viuvez na vida de adultos. A origem da mudança pode ser psicobiológica (por exemplo, aumento da mielinização do córtex cerebral; passagem pela puberdade; variação nos níveis de motivação ou persistência, etc.), ambiental (por exemplo, os efeitos do fumo no peso dos bebês ao nascer; a exposição à intoxicação do ar ou da água), social (necessidade de aprender uma nova habilidade em casa, na escola ou no trabalho; mudança de escola; processo de divórcio; saída dos filhos de casa, etc.), cultural (por exemplo, mudança de país; casamento com pessoa de um grupo étnico diferente do seu próprio), ou uma combinação de duas ou mais destas.

 

Editores
  • Débora Dell'Aglio
  • Lia Beatriz Freitas
  • Jonathan Richard Henry Tudge
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Avaliação Psicológica

Esta seção está focada no avanço da ciência, da prática e da ética da avaliação psicológica nos seus diversos contextos, incluindo trabalhos com temas relacionados à mensuração psicológica e psicometria, adaptação, desenvolvimento, validação ou normatização de instrumentos, uso de instrumentos para fins de avaliação psicológica, psicodiagnóstico, avaliação de intervenções ou de programas e estudos de caso envolvendo o uso de instrumentos. Artigos centrados na avaliação do funcionamento cognitivo e neuropsicológico, personalidade e psicopatologia, bem como avaliação empírica de fenômenos clinicamente relevantes, tais como comportamentos disfuncionais, características e diagnósticos de personalidade, também poderão ser submetidos. Além disso, poderão fazer parte dessa seção trabalhos que envolvam questões éticas ou técnicas envolvendo Avaliação Psicológica.

Editores
  • Adriana Cardoso O. Silva
  • Débora Dell'Aglio
  • Ana Fernandez
  • Eduardo Remor
  • Maycoln Teodoro
  • Cristian Zanon
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Processos Básicos em Psicologia

Nessa área são incluídos estudos sobre processos como sensação, atenção, percepção, aprendizagem, linguagem, memória, motivação e emoção. Para efeito desta tematização da revista, estudos que investiguem funções cognitivas complexas, como: linguagem, raciocínio, resolução de problemas, tomada de decisão, funções executivas também podem ser incluídos. Geralmente, são aceitos estudos que empregam os métodos experimental e quase experimental, abordando interfaces com as áreas de neurociências, neuropsicologia, neurologia, psicologia cognitiva, psicobiologia, psicofarmacologia, e análise experimental do comportamento. São aceitos estudos com populações clínicas e não clínicas, em contextos experimentais ou naturais, em ambientes formais e não formais, cibernéticos e de realidade virtual.

Editores
  • Rosa de Almeida
  • Débora Dell'Aglio
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Psicologia da Saúde

Nessa área são incluídos estudos sobre as relações empíricas entre os fatores psicológicos, o comportamento e a saúde. A seção Psicologia da Saúde publica artigos acadêmicos originais que abordem temas como: Fatores contextuais e do comportamento que podem contribuir para o adoecimento ou a prevenção das doenças; avaliação das abordagens em saúde; comportamentos de proteção ou de risco para a saúde; estratégias de promoção e educação para a saúde; psicologia pediátrica; psico-oncologia; envelhecimento saudável; avaliação e divulgação de intervenções em psicologia da saúde baseadas em evidências que têm como alvo tanto o indivíduo, a família, o grupo, ou comunidade; etnia, classe social, gênero e orientação sexual na saúde; disparidades em saúde; aplicações dos resultados de pesquisas para as políticas relacionadas com a saúde; questões profissionais em psicologia da saúde, incluindo a formação e supervisão

 

Editores
  • Débora Dell'Aglio
  • Eduardo Remor
Não verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

Os manuscritos recebidos devem estar de acordo com as normas da American Psychological Association (APA, 2009, 6ª edição) e serem pertinentes às áreas de psicologia do desenvolvimento, avaliação psicológica, processos básicos e psicologia da saúde (ver definições em foco e escopo da revista). Também deverá ser enviada carta ao editor justificando a escolha da área e destacando as contribuições e a relevância do trabalho para a área pretendida, Nesta carta os autores devem declarar que seguiram os procedimentos éticos necessários e que estão de acordo com a taxa de publicação.

Os artigos que obedecerem às duas premissas serão encaminhados pela editora para Editores Associados ou para avaliadores ad-hoc. Os Editores Associados farão o encaminhamento de manuscritos de suas áreas de especialidade a avaliadores ad hoc e Conselheiros. Os avaliadores poderão recomendar aos editores a aceitação sem modificações, recomendação condicional a modificações, ou a rejeição do manuscrito. A revisão obedecerá os princípios da revisão por pares e serão double blinded. Os autores terão acesso às cópias dos pareceres, que conterão as justificativas para a decisão e serão construtivos para a melhoria da qualidade dos textos.

Versões reformuladas serão apreciadas por Conselheiros Editoriais, que poderão solicitar tantas mudanças quantas forem necessárias para a aceitação final do texto ou rejeitar o mesmo. A identidade dos autores será informada ao Conselho Editorial. A decisão final sobre a publicação de um manuscrito será sempre da Editora Geral.

O Conselho Editorial reserva-se o direito de fazer pequenas modificações no texto dos autores para agilizar seu processo de publicação. Casos específicos serão resolvidos pelo Conselho Editorial. Os autores poderão acompanhar todas as etapas do processo editorial via internet. No último número de cada ano da revista serão publicados os nomes dos pesquisadores que realizaram a avaliação dos artigos daquele ano, sem especificar quais textos foram analisados individualmente.

Antes de enviar os manuscritos para impressão, a Editora enviará uma prova gráfica para a revisão final dos autores. Esta deverá ser feita em cinco dias úteis e devolvida à revista. Caso os autores não devolvam indicando correções ou aprovando a prova final, o manuscrito será publicado conforme a prova. Os autores de manuscritos aceitos deverão enviar via correio de superfície uma carta de concessão de direitos autorais para a revista, assinada por todos os autores.

Os artigos aceitos e editados estarão disponíveis eletronicamente “no prelo”, mesmo antes da publicação impressa. Quando da publicação impressa, o(a) autor(a) principal receberá um exemplar do número da revista em que seu artigo foi impresso.

Serão, ainda, enviados os pdfs finais do artigo que poderá ser divulgado sem fins comerciais em sítios de grupos de pesquisa e de pesquisadores, bem como em repositórios institucionais. Exemplares extras ou reprints não serão fornecidos, mas autores e co-autores podem obter cópias on-line para distribuição no sítio da Psicologia: Reflexão e Crítica no SciELO.

 

Periodicidade

Trimestral

 

Política de Acesso Livre

A Psicologia: Reflexão e Crítica/Psychology proporciona acesso público a todo seu conteúdo, seguindo o princípio que tornar gratuito o acesso a pesquisas gera um maior intercâmbio global de conhecimento. Tal acesso está associado a um crescimento da leitura e citação do trabalho de cada autor(a). Para maiores informações sobre esta abordagem, visite Public Knowledge Project, projeto que desenvolveu este sistema para melhorar a qualidade acadêmica e pública da pesquisa, distribuindo o OJS assim como outros software de apoio ao sistema de publicação de acesso público a fontes acadêmicas.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre bibliotecas participantes e permite às bibliotecas criar arquivos permanentes da revista para preservação e restauração. Leia mais...