A pós-fotografia explicada aos macacos

Joan Fontcuberta

Resumo


O artigo discute como as máquinas estão cada vez mais independentes do humano e atuam sem a nossa mediação, de forma que adquirem a sua própria autonomia, como os GPS, os smartphones e todos os tipos de computadores. Tais mudanças fizeram com que nos dissolvêssemos nelas, sentindo e pensando com elas. Neste contexto, como se posiciona a fotografia que historicamente procurou salvaguardar a identidade e a memória? Isto geraria a dessubjetivação da imagem? Como ficam as conexões entre a autoria, a criação e a nossa condição humana?

Palavras-chave


Pós-fotografia. Autoria. Memória. Tecnologia digital.

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Referências


Juan Barja, Atlas Walter Benjamin Constelaciones, Círculo de Bellas Artes, Madrid, 2010.

Milad Doueihi, "Pour un humanisme numérique", Éditions du Seuil, Paris, 2011.

Ray Kurzweil, "The Age of Intelligent Machines", MIT Press, Cambridge, MA., 1990; y "The Age of Spiritual Machines: When Computers Exceed Human Intelligence", Penguin Books, New York, 1999.




DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.73711

Direitos autorais 2017 Joan Fontcuberta

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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