Entre Nicolas Bourriaud e Santiago Sierra: o antagonismo como estratégia relacional

Fabíola Tasca

Resumo


O texto articula aproximações e afastamentos entre o trabalho do artista espanhol Santiago Sierra e as premissas teóricas que orientam a noção de estética relacional, elaborada pelo crítico francês Nicolas Bourriaud. Lançando mão da situação Tucumán Arde, compreendida como um emblema das aspirações de imbricamento entre arte e política de uma geração, o argumento que aqui se apresenta sublinha o distanciamento dessas aspirações representado pelo trabalho de Santiago Sierra, o qual é apreendido a partir da expressão “antagonismo relacional”. O texto aposta na pertinência dessa noção, enunciada pela teórica da arte britânica Claire Bishop, enquanto uma chave de leitura para o caráter crítico das manobras artísticas polêmicas levadas a termo na/pela obra de Sierra.

Palavras-chave


Santiago Sierra. O político na arte. Estética relacional. Tucumán Arde. Arte contemporânea.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.62304

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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