Como a pintura multiplica o azul

Bernard Paquet

Resumo


Este artigo analisa duas produções em pintura "in situ" realizadas de acordo com o processo de múltiplo. Um modelo é gerado e cria suas próprias variantes, que, em troca, enriquecem sua identidade. Ele é concebido, assim, conforme o potencial de um registro de semelhança. Nesse sentido, esse modelo é genérico e leva à formação de uma série e de um efeito de aura. Praticado fora dos espaços tradicionais de exposição, esse tipo de série pode provocar, pela força do múltiplo, uma mudança de percepção de um determinado local. A emergência de um modelo próprio à multiplicação registra, desse modo, o espírito do azul no campo do múltiplo.

Palavras-chave


Pintura. Múltiplo. Série. Modelo. Aura. Repetição.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.43748

Direitos autorais 2013 Bernard Paquet

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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