A bienal da desglobalização

Néstor García Canclini

Resumo


A partir da idéia de que processos de globalização aproveitam os movimentos globais para criar infra-estruturas que fortaleçam as bases locais, saindo do marco imaginário das identidades nacionais, o autor analisa a Bienal de Artes Visuais do Mercosul, 2011. Enfoca a proposta curatorial centrada em Geopoéticas como um questionamento dos conceitos de nacionalidade e de centro/ periferia.

Palavras-chave


Globalização; Desglobalização; Bienal Mercosul; Geopoéticas

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DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.37941

Direitos autorais 2013 Néstor García Canclini

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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