Identidade, uma memória a ser enfrentada

Maria Amélia Bulhões

Resumo


O artigo analisa a tarefa da arte e da psicanálise nos agenciamentos da memória e das identidades. Reconhece a globalização como um regime cuja temporalidade e forma de comunicação rompe com as territorialidades, funcionando, por sua vez, contrariamente à produção de identidades mais críticas e pluralistas. Analisa o trabalho de três artistas contemporâneos que elaboram problemáticas relacionadas à memória, história, silenciamentos e colonialismo.

 

Abstract

The article analyzes the task of art and psychoanalysis in the agency of memory and identities. It recognizes globalization as a regime whose temporality and form of communication breaks out territorialities, functioning, in turn, contrary to the production of more critical and pluralistic identities. It analyzes the work of three contemporary artists who elaborate issues related to memory, history, silences and colonialism.


Palavras-chave


arte, psicanálise, memória, colonização, descolonização

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.110342

Direitos autorais 2020 Maria Amélia Bulhões

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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