Joseph Beuys e a memória do Holocausto

Eduardo Ribeiro da Fonseca, Luciana Lourenço Paes

Resumo


Este artigo analisa o modo como a memória do Holocausto tem emergido na obra de Joseph Beuys (1921-1986) desde os anos 1950, integrando esta análise à leitura mais corrente de sua produção, centrada na mitologia que o próprio artista criou em torno dela. Para tanto, trabalhamos com a noção de trauma na obra tardia de Sigmund Freud e com alguns textos recentes tratando de políticas da memória e das artes visuais no período pós-1945, respectivamente do historiador Andreas Huyssen e do crítico da cultura Gene Ray.

 

Abstract

This article analyses how the Holocaust memory has emerged in Joseph Beuys’s work since the 1950’s, integrating this analysis into the most current reading of his production, centred on the mythology that the artist himself created around it. For such a purpose, we work with the notion of trauma in the late work of Sigmund Freud and with recent writings dealing with the politics of memory and Post-1945 visual arts, respectively by the historian Andreas Huyssen and the cultural critic Gene Ray.


Palavras-chave


Beuys, Joseph (1921-1986). Holocausto. História e memória. Trauma.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2179-8001.106152

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PORTO ARTE: e-ISSN 2179-8001


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