“Tantas, sou só uma e sou tantas”

Patricia Abel Balestrin

Resumo


O presente artigo toma como ponto de partida o longa-metragem “O Céu de Suely”, dirigido por Karim Aïnouz (2006), e lança um olhar possível sobre alguns itinerários de gênero e de sexualidade experimentados pela protagonista do filme. O mergulho nesse filme específico é regido tanto pelo aporte teórico que sustenta esse trabalho, especialmente a teorização desenvolvida por Judith Butler em composição com os estudos foucaultianos em torno da sexualidade e do poder, como pelo recurso metodológico escolhido - “etnografia de tela”. Alguns pontos de análise são enfatizados neste trabalho: a minha implicação no ato de ver esse filme e de trabalhar com essa temática; o dispositivo da sexualidade na vida das mulheres; fragmentos fílmicos para pensar o conceito de performatividade de gênero em cena-ação. Diria que o filme em análise aponta para possibilidades de resistência e subversão e, no mesmo instante, aciona performativos de gênero e de sexualidade.

Palavras-chave


Gênero, Sexualidade, Performatividade, Mulheres

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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-152X.31528

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ISSN eletrônico: 2238-152X