América do Sul – a utopia no horizonte sangra aos golpes de Estado, às ditaduras e ao exílio

Autores/as

  • Nima I. Spigolon Universidade Estadual de Campinas

Palabras clave:

América do Sul, Golpes de Estado, Ditadura, Exílio, Utopia.

Resumen

instauraram ditaduras e exílios como destinos compulsórios. O objetivo principal é refletir sobre as consequências disso para a democracia e os direitos humanos ao abordar acontecimentos cuja potencialidade permanece ainda hoje. Sua caracterização é marcada por transições políticas, atos de extrema violência, crises econômicas, imperialismo norte americano e ascensão neoliberal sob a tutela militar com forte presença de movimentos sociais. Justifica-se tanto pelo caráter histórico, ao discutir o passado, quanto pela utopia que estabelece com o presente/futuro na construção de sociedades mais igualitárias e menos autoritárias. Aponta-se que, ao analisar cenários comuns à América Latina, constitui a complexidade de experiências geradas por séculos de dominação hegemônica e colonizadora, mas com processos diferentes, numa tentativa universal de superação. Assim, recobrar memórias e investigar conjunturas é uma forma de tentar se impedir governos ditatoriais, recusar situações sociais de controle, de opressão, de exclusão e de violação de direitos, assim como é uma maneira de fortalecer a sociedade democrática, a Educação pública e socialmente referenciada e os princípios de liberdade e de vida.

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Publicado

2016-11-29

Cómo citar

Spigolon, N. I. (2016). América do Sul – a utopia no horizonte sangra aos golpes de Estado, às ditaduras e ao exílio. Políticas Educativas – PolEd, 9(2). Recuperado a partir de https://seer.ufrgs.br/index.php/Poled/article/view/69688