Às Margens da Educação: difícil acesso, para quem? Por quê?

Francisca Adma de Oliveira Martins, Lígia Regina Klein, Tânia Maria Baibich

Resumen


Trata, o presente trabalho, da exposição de uma dimensão de pesquisa realizada no Acre sobre diferenças socioculturais e sua repercussão no processo de formação de professores. Tomamos como território da pesquisa as relações entre professores de escolas rurais-ribeirinhas, que denominaremos professores/cursistas, e os docentes, que denominaremos professores/formadores, tendo como recorte o Programa de Formação Especial de Professores para Educação Básica da Zona Rural (PROFIR). A escolha do PROFIR decorre do fato de que tal programa objetivava justamente contemplar a formação de professores rurais. Trabalhamos com a pesquisa qualitativa, incluindo observação direta, estudo documental e entrevistas abertas. Para a análise do conflito cultural empregamos categorias elaboradas pelas autoras. A conclusão do trabalho indica que a tradição do ensino urbano dificulta a produção de um contexto formativo capaz de superar as barreiras impostas pelas diferenças socioculturais. O artigo compõe-se de uma parte introdutória, onde se procurou apresentar o objeto, o método e o campo empírico; uma parte que apresenta as questões da pesquisa,elaboradas na forma se sínteses categoriais relativas às representações ou subjetividades, e culmina na sua análise; a terceira e última parte destina-se ao esboço das conclusões alcançadas e perspectivas para novos estudos.

Palabras clave


Escolas rurais/ribeirinhas; Formação de professores rurais; PROFIR; Educação urbana; Inclusão excludente.

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ISSN Electrónico: 1982-3207

Qualis/Capes: Educação B2

 

Periodicidad – Semestral

 

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