Memória e esquecimento em Memórias Sentimentais de João Miramar

Ariadne Leal Wetman

Resumo


Este ensaio tem por objetivo analisar a relação do romance Memórias Sentimentais de João Miramar com a memória e o passado, sempre instigante. A partir de processos lingüísticos e estilísticos abundantes na obra em questão, principalmente a metonímia, constatou-se a ênfase de Oswald de Andrade na memória como processo, e não tanto como finalidade. Isso constitui boa parte da verdadeira transgressão dessa obra fundamental para o Modernismo, e não um simples rompimento com o passado.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.6135

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul