Escritas de luz petrificadas

Susan Blumm Pessôa de Moura

Resumo


Pretendo, neste artigo, analisar como uma obra literária pode revelar, de forma ficcional, a história e a memória de uma cidade (da humanidade) através do saber de pedra. Clareando, objetivo promover um diálogo entre três artes – escultura, fotografia e ficção – que buscam, através de formas um tanto diferenciadas, a fixação da história em uma certa memória. Para tanto, aproveito o livro de Luis Alberto Brandão chamado Saber de pedra, em que o autor colabora na memória da história de Belo Horizonte através das estátuas. Pedras estas trabalhadas não somente pelos escultores como também pela oralidade dos habitantes da cidade.

Palavras-chave: história; memória; oralidade; escultura; fotografia.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.5838

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul