O percurso do menino-griot: das despedidas à aprendizagem

Adriana Elisabete Bayer

Resumo


Este estudo busca explicitar, em Bom dia camaradas (2001), de Ondjaki, a inter-relação entre a construção da identidade tanto da personagem protagonista como da narrativa e as práticas ritualísticas. Valendo-se dos estudos de Paul Ricoeur sobre identidade e dos termos daí resultantes — “mesmidade” e “ipseidade” — objetiva comprovar que as práticas ritualísticas presentificam os meios através dos quais ocorrem as aprendizagens e, ao mesmo tempo em que impulsiona as ações do(s) jovem(ns), denota a emergência e a renovação do patrimônio cultural de Angola.

Palavras-chave: Literatura angolana; Ondjaki; Identidade; Juventude.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.5803

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul