Do triângulo literário à república das letras: os prefácios rumorejantes

Vagner Leite Rangel

Resumo


A partir de leituras clássicas sobre a hierarquização da interpretação e a república das letras, este ensaio propõe, com base na ideia de rumor da língua, de Roland Barthes, uma reflexão desconstrutora acerca da ideia de interpretação, em dois prefácios do século XIX, um de Oscar Wilde e outro de Machado de Assis. A hipótese de leitura é que, ao ruminarem a questão da interpretação oitocentista e rumorejarem a desconstrução, esses prefácios discutem o caráter inconclusivo da própria interpretação.

Palavras-chave


Paratextos; Teoria da literatura; Literatura Comparada; Século XIX.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.54647

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul