A confissão de Sá-Carneiro

Estevan de Negreiros Ketzer

Resumo


O artigo representa os diferentes contextos que envolveram o suicídio de Mário de Sá-Carneiro em 1916 pela correspondência do autor com Fernando Pessoa. Neste ponto em que o fazer literário esbarra na teoria do absurdo existencial, encontra na morte uma realização e da espetacularização do espírito da belle époque francesa, repleta de possibilidades no campo literário. O tom confessional da literatura de Mário de Sá-Carneiro parece por vezes envolver um eu da narração e um eu próprio da psicologia de modo a que essa convergência expresse uma miríade de deslocamentos simbólicos.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.54204

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul