Ora (direis) ouvir maravilhas...

André Luis Mitidieri-Pereira

Resumo


Este trabalho parte das inferências de João David Pinto Correia sobre os relatos de viagem e expansão, segundo o qual o olhar realça o sujeito em seu poder de observar as terras a que chega. Ao olhar “ingênuo”, seguir-se-ia um outro, sob os impactos do deslumbramento, do horror e da fantasia. Tendo em mira As viagens, de Marco Polo, discutem-se as visões daquele professor português a respeito de narradores viajantes, considerando-se as formas culturais populares e as narrações da oralidade no período em que foi escrito e começou a circular o “livro das maravilhas” do mercador veneziano.

Palavras-chave: Alteridade; Colonialismo; Literatura de Viagens; Marco Polo.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.4858

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul