Desconstrução e despertencimento em As Naus, de António Lobo Antunes

Debbie Mello Noble

Resumo


Este trabalho visa analisar as possíveis marcas de desconstrução utilizadas pelo autor para apresentar a crise de identidade e o sentimento de despertencimento dos regressos a Lisboa pós-Revolução de Abril, retratados no romance As Naus, de António Lobo Antunes. Após esta pesquisa, confirmou-se que o autor utilizou marcas linguísticas, históricas e de memória para desconstruir a narrativa e atribuir-lhe um caráter de contrarrelato.

Palavras-chave


Identidade Portuguesa; Despertencimento; Desconstrução narrativa

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.36226

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul