Na fluidez da modernidade, identidades à deriva: "eu" e "outro" em Budapeste, de Chico Buarque

Carina Dartora Zonin

Resumo


Neste artigo, propomos refletir acerca do romance Budapeste, de Chico Buarque. Através da trajetória do personagem central, José Costa, analisaremos aspectos específicos da modernidade, especialmente, a questão da identidade. Para tanto, os estudos de Zygmunt Bauman a esse respeito serão de fundamental relevância.

Palavras-chave


laços humanos; mundo degradado; modernidade; fluidez; identidade

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.26844

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul