Imagem, trânsitos e memória em Passageiro do fim do dia, de Rubens Figueiredo

Cimara Valim de Melo

Resumo


Este artigo propõe-se a analisar o romance Passageiro do fim do dia, de Rubens Figueiredo, nas relações estabelecidas entre as imagens e os trânsitos representados, a memória e o seu reverso – o esquecimento. O romance brasileiro contemporâneo possui como característica recorrente a exploração do universo memorialístico, capaz de projetar o passado no presente através do tratamento dado ao tempo-espaço, que se compõe e se decompõe em fragmentos de imagens pela linguagem. Observar como a memória está inserida no romance em questão e como a narrativa se projeta espaço-temporal e imageticamente é preocupação que move o presente trabalho.

Palavras-chave


Romance brasileiro contemporâneo; memória; tempo-espaço.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.26670

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul