Memória e esquecimento em Não verás país nenhum

Taís Leme Santos, Eronildo Lino de Assunção

Resumo


O romance Não verás país nenhum, através de uma projeção distópica da realidade nacional pós-ditadura militar, ao mesmo tempo em que reflete sobre os anos que se seguiram ao golpe de 64, aborda uma série de temáticas que estão no foco das discussões nos dias atuais. Dentre elas, questões relativas à memória, identidade e degradação ambiental. Este artigo dedicar-se-á ao estudo das relações entre memória e esquecimento na obra, enfatizando-se a ligação entre repressão e perda da memória coletiva.

Palavras-chave


memória; esquecimento; totalitarismo, distopia.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1981-4526.22229

Revista Nau Literária | ISSN 1981-4526 | Universidade Federal do Rio Grande do Sul