TEMPOS E ESPAÇOS DE GINÁSTICA: SENTIDOS E SENSIBILIDADES QUE SE EDUCAM

Diogo Rodrigues Puchta, Marcus Aurelio Taborda de Oliveira

Resumo


O artigo tem como objetivo observar prescrições sobre a definição dos espaços e dos tempos para a prática da ginástica nas escolas, no período compreendido entre as três últimas décadas do século XIX e as duas primeiras do século XX. Para a sua escrita, foram mobilizadas diferentes fontes documentais, como programas de ensino, propostas legislativas e manuais de ginástica. A partir das análises foi possível perceber que a escolarização da ginástica representou não apenas a resposta a um novo tipo de sensibilidade, mas a sua produção, como a própria definição de novos valores e costumes na viragem dos oitocentos para o início do século XX.

 


Palavras-chave


História. Educação Física. Ginástica.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.90303

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