RESENHA DA OBRA CINEMATOGRÁFICA: TARJA BRANCA: A REVOLUÇÃO QUE FALTAVA

Kleber Tüxen Carneiro, Maurício Bronzatto, Eliasaf Rodrigues de Assis, Alcides José Scaglia

Resumo


O presente texto dedica-se a refletir sobre o conteúdo lúdico do documentário Tarja Branca: a revolução que faltava, produção cujo objetivo central é compreender as dimensões e representações do que foi, e ainda é, para alguns dos entrevistados, o ato criador de brincar. Com delicadeza e profundidade, as narrativas, ao discutirem o que a essência lúdica (jogo) representou para a infância dos entrevistados, convergem para a construção da imagem do ser brincante (espírito lúdico). O documentário aborda, ainda, como a infância contemporânea se relaciona com as mesmas questões.

Palavras-chave


Jogos e brinquedos. Criança. Narrativas pessoais.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.57795



 

 


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