A COPA DO MUNDO FIFA NA ÁFRICA DO SUL/2010 – COMO FOI A EXPERIÊNCIA E O QUE PODEMOS APRENDER COM ELA?

Wanderley Marchi Júnior, Chris Bolsmann, Bárbara Schausteck de Almeida, Juliano de Souza

Resumo


Neste ensaio pretendemos problematizar algumas lógicas sociais não explícitas que se articulam ao domínio de realização da Copa do Mundo FIFA. Para tanto, privilegiamos como recorte analítico a edição de 2010 deste evento, de modo a desvelarmos algumas das retóricas e ações estratégicas que permearam o contexto de sua realização na África do Sul. Com base em dados obtidos na literatura acadêmica e mídia, buscamos apresentar que as motivações para o evento se baseavam em discursos desenvolvimentistas por parte tanto da FIFA quanto das elites locais sul-africanas visando o convencimento e apoio por parte de diferentes grupos sociais. Entretanto, as consequências não foram necessariamente aquelas prometidas, sendo essas instituições as reais beneficiadas em seus interesses econômicos e políticos. Nesse ponto, argumentamos que a sociedade brasileira pode e deve aprender com essa experiência para avaliar de forma crítica os motivos menos aparentes de sediar eventos desse porte.

 

 


Palavras-chave


Megaeventos. Futebol. Copa do Mundo FIFA. África do Sul 2010.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.37532

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