HUMILHAÇÃO, EDUCAÇÃO FÍSICA E FORMAÇAO SUPERIOR EM ACTIVIDADE FÍSICA E CIÊNCIAS DO DESPORTO: UMA AUTOETNOGRAFIA MODERADA

Marta Oliver, Víctor Pérez-Samaniego, Javier Monforte

Resumo


Em Educação Física, os estudantes com baixas capacidades motoras podem ser humilhados. A humilhação é frequentemente silenciada por aqueles que a sofrem. Este artigo traz à luz e reflete sobre os sentimentos de humilhação de uma estudante de Actividade Física e Ciências do Desporto (CCAFD). Para tal, a estudante oferece uma história autoetnográfica que representa as suas experiências de uma forma semificcional. Dentro do espectro autoetnográfico, é adotada uma posição moderada. Depois de justificar esta posição, o artigo apresenta algumas reflexões sobre como o campo da Educação Física e esportes, e em particular os estudos do CCAFD, geram práticas e sentimentos de humilhação. O papel de duas ideologias presentes na Educação Física é destacado: a ideologia do desempenho e o sexismo. O artigo conclui salientando a necessidade de encorajar uma sensibilidade ideológica que permita a consideração de aspectos didácticos, organizacionais e avaliativos das práticas físico-educacionais sob a perspectiva da humilhação.


Palavras-chave


Atividade motora. Emoções manifestas. Sexismo. Educacão.



DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.111554

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