Clínica da Atividade em uma via deleuziana: por uma Psicologia do Trabalho

Maria Elizabeth Barros de Barros, Ana Paula Louzada, Dani Vasconcellos

Resumo


Este texto apresenta a construção de um caminho
conceitual-metolológico para nossas investigações em
análise do trabalho. Buscando alianças potentes, ousamos
fazer conexões entre os instrumentos da Clínica da
Atividade para pensar o real do trabalho e as ferramentas
analíticas formuladas por Gilles Deleuze, pois acreditamos
que seus postulados se atravessam, nos ajudando a pensar
a questão da atividade e da subjetividade no trabalho numa
direção em que não basta protestar, mas afi rmar seu movimento.
Essa aliança nos auxilia na criação de estratégias de
afi rmação da potência do trabalho como capacidade da vida
em diferir, em produzir o novo, em criar sujeitos e mundos.
Afi rmamos uma Psicologia do Trabalho que, construída na
interlocução com a Clínica da Atividade, busca cartografar
os processos de trabalho; construir novos sentidos; o que
não signifi ca descrever-catalogar, mas intervir-transformar.
Intervenções que tenham como princípio ético-político o
estudo da atividade visando a sua transformação, o que envolve
mobilização subjetiva. Proposta de uma clínica como
um fazer político/coletivo.

Palavras-chave


Clínica da Atividade. Ética-Estética- Política. Psicologia do Trabalho.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-1654.7130

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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: teoria & prática. e-ISSN: 1982-1654 ISSN Impresso:1516-084X