Movimentos da medicalização na educação: entre práticas disciplinares, subjetivações e resistências

Leila Domingues Machado, Maria Carolina Andrade Freitas

Resumo


Este artigo objetiva discutir os movimentos de medicalização também presentes na educação em suas articulações com os modos de funcionamento da máquina escolar. A instituição escolar tanto pode funcionar a favor de processos desejantes e criadores, como, ao contrário, impelir à serialização e ao enrijecimento de certas práticas e modos de constituição de si. Ela materializa os jogos de forças presentificados no corpo social e, portanto, constitui-se como um espaço tensionado por diferentes e variados vetores e confluências. O trabalho reflete ainda sobre como concorrer para a produção de rupturas dos sentidos cristalizados, muitas vezes encontrados nas práticas escolares, a fim de impulsionar a ampliação de questões em torno do processo de medicalização presente nas escolas e, com isso, colaborar para a busca de novas forças para o enfrentamento desta problemática.

Palavras-chave


Máquina Escolar. Medicalização. Subjetivações. Práticas Disciplinares. Resistência.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-1654.27251

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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: teoria & prática. e-ISSN: 1982-1654 ISSN Impresso:1516-084X