Educação Colaborativa: Fluxos e Redes

Maria Cristina Villanova Biazus, Patrícia Kirst

Resumo


Educação Colaborativa: Fluxos e Redes
Resumo
O presente artigo trata de abordar a educação colaborativa a partir da teoria esquizoanalitica tendo como objetivo principal a problematização da estética da educação no âmbito da rede e seus modos de produção de subjetividade. Tal estética é fundadora de uma maior horizontalidade na produção de conhecimento e nas relações entre sujeitos.
Os autores utilizados como base de argumentação foram, basicamente, Felix Guattari, Gilles Deleuze,Antonio Negri, Bakhtin e Serres.
A visão de conhecimento aqui operada não está mais no plano da dominação e do “entendimento” do objeto e sim no limite da resistência e criação do sujeito perante as possibilidades de cooperação no ambiente da rede.
Portanto, o que está emergindo através das potências da rede é uma nova gestão do conhecimento que convoca formas de conceber a autoria quebrando a hierarquia capitalística dos espaços-tempo e criando um espaço polissêmico para a atribuição dos sentidos de si e do conhecer.

Palavras-chave


Educação colaborativa, Conhecimento, Redes.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-1654.2444

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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: teoria & prática. e-ISSN: 1982-1654 ISSN Impresso:1516-084X