Fotografia panorâmica e sua relação homem-técnica

André Noronha Furtado de Mendonça, Andresa Ribeiro Thomazoni, Tânia Gomes Bischof, Tania Mara Galli Fonseca

Resumo


Buscamos neste artigo discutir, a partir dos aportes de Gilbert Simondon e outros autores afins, alguns aspectos das relações entre objetos técnicos e a sociedade atual. Entendendo que humanidade e técnica estão inseridas nas mesmas etapas de evolução que se desenvolvem por um longo processo de individuações, assinalamos como eixo de nossa análise a discussão sociotécnica das condições do surgimento da fotografia panorâmica, bem como dos modos de subjetivação que permeiam esse processo. Assim, buscamos construir uma breve filosofia da técnica relativa à fotografia panorâmica, sem exaltar a ideia da relação homem e máquina como dominação, ou como uma mistura indistinta, mas sim disparar reflexões em que homem e máquina acoplados são produtores de modos de viver, que estão em constantes movimentos de instabilidade e estabilidade nas suas diferenças e semelhanças acionando processos de individuação e subjetivação.

Palavras-chave


Fotografia panorâmica; Objeto técnico; Processo de individuação; Relação homem-técnica

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-1654.22185

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