A arqueologia do projeto gráfico e os modos de subjetivação na arte de Rafael Sanzio

André Noronha Furtado de Mendonça, Tania Mara Galli Fonseca

Resumo


A disputa por espaço comercial nas diversas mídias, o desenvolvimento de sítios eletrônicos atraentes, entre outras atividades, exige compreender como se desenvolve o arranjo de imagens que potencialmente afetem o sujeito a partir da construção de individualidades. Nos últimos 50 anos, psicologia, neurologia e tecnologia vem se aliando nessa direção, em estudos como os do movimento dos olhos e do comportamento pupilar, entre outros. Por outro lado, é possível que a busca por compreender a percepção humana com a finalidade de conduzir o olhar do espectador não se restrinja aos nossos dias. Este artigo pretende lançar um olhar sobre uma das mais importantes obras de Rafael Sanzio: A Transfiguração. Nosso objetivo é demonstrar que as metodologias em projeto gráfico atuais já eram praticadas no século XVI, pelo menos, por este renomado artista.

Palavras-chave


Arte; Cognição; Filosofia; Subjetivação;Individuação

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-1654.21518

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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: teoria & prática. e-ISSN: 1982-1654 ISSN Impresso:1516-084X