O RIO: LUGAR SAGRADO DA LITERATURA AMERÍNDIA

Edson "Krenak" Dorneles

Resumo


O rio nos convida a ver de mil formas: lente e embaçamento dos olhos, é uma pedagogia perspectivista. Em suas perenes mas inconstantes águas, nos conduz a nômades segredos revelados sobre a natureza humana. Perspectivismo e inconstância são duas vertentes para compreender a literatura ameríndia, tal como a navegamos neste ensaio. Eduardo Viveiro de Castro. Escritores indígenas desse Brasil. Milton Hatoum. Guimarães Rosa. Almas ameríndias que ora mergulham ora flutuam nessas águas revoltosas.

Palavras-chave


Rio; literatura; semiótica.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-6524.33493

Qualis Área de Avaliação Classificação ANTROPOLOGIA / ARQUEOLOGIA B1 CIÊNCIAS AMBIENTAIS B2 COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO B2 DIREITO B3 EDUCAÇÃO B3 HISTÓRIA B3 INTERDISCIPLINAR B2 LINGUíSTICA E LITERATURA B2 LINGUíSTICA E LITERATURA B2 MEDICINA II B5 PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL / DEMOGRAFIA B3 PSICOLOGIA B3 SOCIOLOGIA